quinta-feira, 28 de julho de 2016

Quando os sonhos morrem...?

Acordei está manhã...
Era nublado e cinzento
Sabia como seria o dia

Rotina de uma rotina sem sabor
Poderia dizer que todos os dias são iguais
Poderia explicar como é doloroso sem seu amor
Posso até me perder nas contas dos erros que cometi
Tudo tentando te manter a mim...

Errei e a afastei... Grito seu nome... Em vão
Penso que posso mudar o que fiz, trazer aqueles dias
Os dias que fui feliz... Os meus sonhos de primavera

Como fui tolo, como fui bobo
O idiota que acredita que pode concertar tudo
Mas no final só mascará as cicatrizes e trincos...

A solidão é o que tem para ele no fim
A escuridão é o que cobre e esconde suas lágrimas a noite
O frio é seu companheiro de insônia
As estrelas seu album de lembranças...

O que eu e ele temos em comum?
Vivemos o mesmo corpo
Somos a alma e espirito
Daquele que com seus erros
Fez o assassinato de seus sonhos e com isso...
O suicídio de sua esperança...
            -Kurama-


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