terça-feira, 31 de maio de 2016

My Country, my life (PT-BR Sem vergonha)

Estou aqui para lutar
Um ideal tento mostrar
Mas só xingamentos e agressão
De pessoas que nem sabem a razão...
A razão de minha luta
Os motivos de meus gritos
Os quais sempre agito
Para melhorar aquilo que amo
O país em que eu vivo!

Lutando por uma nação
Guerreando com satisfação
A melhora de minha história
Vamos para de "bobiar"
Brigar só irá piorar...

Não adianta querer discutir
Não adianta querer defender
Pessoas que nem se importam
Pessoas que só vivem pela grana
Quando irão enxergar
Que as "ajudas" que eles entregam
São a chupeta do bebê calar a boca
Para eles "foderem" com a porra toda!

Enquanto você pensa que está a favor da igualdade
Está apenas criando uma desigualdade
Pode me espancar o quanto quiser
Cada soco e chute é motivo
Para me fortalecer!
Não vou desistir, não vou chorar
Cada lágrima um suor irá se tornar...
Pode tentar pode me maltratar!

A minha luta tem meus sacrifícios
Para igualdade eu passo pente fino!
Não irei permitir não irei deixar
Que este golpe irá continuar
Pode vir, pode me enfrentar
Tenho meus punhos para sempre lutar!
Não, não sou a favor da violência
Morte, tortura nunca compensa
Vidas perdidas é o que não quero
Porque machucar, se posso ajudar?

Tantos feridos, tantos esfomeados
Devemos ver o que compensa
Porque tanto desafeto, falta de amor
Cade aqueles para nos dar calor
Quero uma vida mais amável
Aquelas promessas na tv...
Preciso delas na minha comunidade
Precisamos esquecer o material
Para poder criar o real!
             -Kurama- 

Todos queremos um abraço...

Meus pensamentos se movem
Minhas ideias se promovem
Meus sonhos me consomem
Assim como asas que nunca...
Nunca serão dos homens...

Fico a imaginar...
Fico aqui a trilhar
Pensando, será que devo?
Ou apenas cresço
Cresço na descrença
Sobre a presença daquilo que me impede

Sentindo apenas a brisa fria que vem da varanda aberta
Não podendo me aquecer sobre o cobertor de um abraço
Apenas imaginando e sonhando poder me esquentar...
Me esfriando, me congelando por conta deste vento sem fim...
O sopro de piedade...
A aragem de solidão...

Fico andando sobre meu quarto...
Vazio de pessoas...
Cheio de histórias sós e brinquedos insensíveis...
Com tantas histórias nunca vistas... Nunca divididas...
Apenas nas lembranças que nem mesmo por um dia serão relembradas...
Jamais recontadas....

Uma infância que já teve de tantas dores... Poucos adores...
Tantas risadas, nunca compartilhadas...
Já pensou em conversar? Já pensou em chamar?
Até poderia tentar, desculpas ao ar...

A adolescência tão cansativa, tão vazia...
A solidão em meio a trabalhos em grupo...
Parecia estar preso sozinho em um grande túnel...
Lições onde se devia tirar duvidas em livros...
Professores que o deixavam esquecido...
Só em provas visível...
Já que tudo já tinha visto...

Sendo um adulto mediano
Só fazia o que podia
Limitado pelo trabalho
Sair nem pensar
Já que seu dinheiro em contas acabava
Pessoas não podia conhecer
Namorada hunf... Não podia ter
Sozinho e trancado
Era um grande decepcionado
Não queria sair de lá
Onde mais poderia estar?

Na velhice já desistiu
Grande amor nunca irá ter
Para que? Já ia morrer
Viver na aposentadoria
Pequena que acabava rápido
Comida controlada
Remédios caros
Como fui acabar assim?
Será que foi meu conformismo?
Ou a falta de carinho?
Não sei, só sei que...
Fui sozinho... Do começo... Ao fim...
                -Kurama-

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Pig Mother Fucker (PT-BR Sem vergonha)

Tentativa de Rap, te preparem para umas escritas "pesadas" visando o humor e mesclando um senso critico de forma criativa! (Caso alguma dúvida ao que quero dizer, se comunicar, não ser um cavalo desesperado, a melhor coisa da arte é tentar interpretar ela de forma lúdica e não apenas ver o que está nela)

Caminho todo dia
Pensando em minha vida
Sem me importar o que irá rolar
O que quero é fazer, quero me safar
Fazer o que irá me satisfazer
HÁ! E quem sabe até lucrar...

Fico frisando, fico imaginando
O que posso fazer, pra sentir prazer
Nunca vou me importar, nunca vou ligar
Podem até imaginar, podem até gritar
Mas só tenho algo a dizer... Que é o que

Sou um porco filho da puta!
Penso apenas nas vagabundas
Quero apenas meu prazer
Foda-se seus problemas e você!

Gingo a caminho do trabalho
Já para festa me preparo
Danço indo para malhação
Penso só na minha diversão
Sei o que irá rolar
Sei quem irei conquistar
Minha lista vou montar
Todas está noite vou pegar!

Pois mesmo sendo cafajeste
As "minas" vão se entregar
Pode ter vários caras dedicados
Pode ter um cavalheiro educado
Mas se não tomar cuidado
Logo logo eu "rapo"

Sou um porco filho da puta
Se tiver na lista, leva um tapa na bunda
Sou porco filho da puta
Se ajudo quero uma parte
Se não, boa sorte, aqui não tem amizade
Sou porco filho da puta
Pode até tentar e implorar
Mas só farei se for para eu ganhar

Se caso for um otário
Vou te "zoar" até você chorar
O meu negócio é sempre estar por cima
Não ligo se destruo uma vida
Depressão? O que, que é?
Para mim é falta de transar
Viado, bicha arrombado
Tudo bando de desocupado
Se for pra humilhar
Faço com gosto, até porque
Eu sou um porco filho da puta!
Ahhh é, é o que sou
Com muito gosto...

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Seguindo o sol

Vamos voar pelos céus
Criar caminhos de véus
Delicados e transparentes
Onde todos possam andar
Sem medo de sentir
Nem de perder
Vamos todos sorrir
Vamos todos gritar
Vamos pedir pra um caminhos seguir
. . . . . . . . .  - Kurama- . . . . . . . . . . . . . .

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Em meio sem fim...

Um dia de Sol
Um dia de Chuva
O caminhar em gramas e poças
meu pé descalço...
De calça com a barra dobrada
Levantando o rosto para sentir a luz e o calor
As gotas caindo em meu rosto
Uma linda chuva de verão
Gosto de sempre em mente
Ter uma bela canção
Com tanta emoção no peito
Posso até mesmo...
        -Kurama-

Uma joia presa pelo tempo...

Um detalhe perdido
Um jardim bonito
Um lindo sorriso
Imagens que vem a minha cabeça
Lembranças inalcançadas...
Um coração em vários pedaços partidos
Uma maquiagem formando meus sorrisos
Posso sonhar, posso me iludir
Mas sempre tropeçar em esmo  no fim irei
Dores me consomem
Pesadelos meus sonhos corrompe
A maquiagem se borra em lágrimas
Posso gritar, mas som algum irá sair
Pois minhas mãos estagnam meu pescoço
No fim só posso caminhar
No fim só seguir
Um rumo certo...
Uma linha tênue...
                  -Kurama-