Trancado em uma estante de vidro
Lacrado, proibido de seguir caminho
Mas não fui preso por outrem...
Fui deixado por mim, o medo de seguir
O assombro de andar...
As saudades pesam meus pés
Travam o caminhar de minhas pernas
Me impedem de chegar... Chegar até onde preciso
Já me deixei para trás, já me lacrei longe de ti...
Mas agora me lembrei, não deixe... Não desista
Com tais lembranças chego ao ponto de pensar
O que faço aqui? Porque não sai?
As correntes que me seguram são feitas de cristal
Elas só querem dizer o que me prende
O desejo de me soltar
A vontade de lutar
Um dia... Irá voltar
Estarei novamente ao seu abraço
Me espere até lá...
Pois quando eu chegar...
Irei te dar...
O conforto do meu colo
Ao qual sempre pediu a mim...
- Kurama -
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