Perigo latente
Perigo eminente
Não se pode fugir
Pois ele irá te fisgar
Não hoje... Não agora...
Mas um dia, quando menos perceber
Quando achar que está a salvo
Irá te sugar, coisas irá te obrigar
A fazer por aqueles que menos esperava
Por quem nem sabia que iria fazer
Não se acanhe, não é tão doloroso como pensa
A menos que se rompa
A menos que um erro cometa...
Se seguir a linha e fazer tudo que puder
Se for se entregar por inteiro
Se for sem medo de se magoar ou magoar outros
Ira conquistar tal perigo que não sofrera
Mas... Que perigo é esse?
Tão cruel e tão rancoroso
Que apenas se for bom, apenas se for justo irá conquistar?
Esse perigo é o amor...
Espera...
Estamos olhando de forma tão cruel...
Ele não é assim
Ele é tão doce e justo, por que o enxergam de forma inescrupulosa?
Por que o fazem parecer algo tão ruim?
Será a malicia em seus corações?
O egoismo em seus olhos e mãos?
O medo de tentar ser justo
A excentricidade de querer a todo momento estar certo?
O orgulho, o preconceito, medo e irá inflamados e encorajados?
Os hábitos de separar tudo em classes, cores, etnias e culturas?
Por que separar e não o contrário?
Por que não unir? Por que não incentivar as diferenças e respeita-las?
Por que não incentivar a felicidade alheia? Só querer se sentir bem?
Se sentir bem com o que acha certo e não com o que é essencial?
Meu maior medo não é morrer...
Meu maior medo é deixar esse mundo como ele está...
Meu medo é deixar quem amo nessa ignorância...
-Fox-
Nenhum comentário:
Postar um comentário